MTA: GRUPOS

GRUPOS

Actos Urbanos – uma produção do Teatro de Areia / O Mundo do Espectáculo
Projecto de teatro comunitário constituído a partir das acções de formação teatral realizadas pelo Teatro de Areia (Associação Cultural O Mundo do Espectáculo) no âmbito do programa pedagógico-teatral daquela Associação. Inclui pessoas de faixas etárias indiferenciadas, prioritariamente provenientes da população do Concelho de Almada, com ou sem experiência prévia em teatro. Concebido e dirigido por Joana Sabala (formação e pedagogia do teatro, direcção de actores e encenação), em estreita colaboração com Sarah Adamopoulos (autoria, construção dramatúrgica, formação em texto e narrativa de cena), assume desde o início um programa que se coaduna com a natureza imponderável de um grupo de formação cuja composição se altera de ano para ano. Conferindo atenção particular às abordagens criativas olhadas da perspectiva das ciências sociais e humanas, valoriza as vivências quotidianas da urbanidade, transpondo-as com um olhar crítico para o processo de construção teatral, privilegiando a criação colectiva e o texto original e recorrendo a linguagens estéticas contemporâneas. Por essas razões, procura integrar no seu trabalho temas de premente actualidade política e social.

A Lagarto Amarelo - Associação Cultural
A Lagarto Amarelo, sediada em Almada, surgiu em 2009. Tem como prioridades a concepção e produção de âmbito teatral e criação de parcerias com outras entidades culturais, fomentando a troca de conhecimentos tentando assim facilitar a realização dos projectos, pois considera que a cooperação entre entidades é a forma mais viável (senão a única nos tempos que correm) para garantir o sucesso dos mesmos, aproveitando as sinergias para rentabilizar as potencialidades de cada um.

Alpha Teatro
Alpha porque simboliza a origem do universo. Alpha porque simboliza a totalidade do conhecimento, do ser, do espaço e do tempo. Alpha porque acreditamos que independentemente do momento que estamos a atravessar, não podemos cruzar os braços à espera de qualquer coisa que não acontece. Cada adversidade exige um recomeço, esse é o nosso sentido.
Alpha Teatro, Associação Cultural é uma companhia profissional de Teatro sediada no Feijó em Almada, fundada em 2014 e dirigida por Sofia Raposo, Luís Menezes e Teresa Coelho. O Alpha Teatro produziu espetáculos como “Mea Culpa”; “O Mundo Ficou cego”; a intervenção de rua “MIT - Movimento de intervenção Teatral”; “Deus já foi mulher”, um dos espetáculos inserido no seu projeto de inclusão social, a partir da obra “A confissão da leoa” de Mia Couto; “Tatuagem”, um relato real de abuso sexual e de homossexualidade; “Rainha de Copas”, uma sátira ao poder.
Desenvolve a inclusão social e o Teatro político no concelho de Almada e promove estágios com os alunos de Teatro da Escola Secundária Anselmo de Andrade e com a Escola Secundária Emídio Navarro e entre outros, tertúlias, concertos, formações de teatro e workshops.

Artes e Engenhos 
Artes e Engenhos é uma associação que promove trabalhos de artes performativas, som e fotografia, com sede na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Conta com um núcleo de criadores teatrais e com colaboradores nas áreas das artes visuais, design, engenharia e arquitectura. A par dos projectos de criação e difusão, desenvolve conferências, cursos e acções com comunidades. Os parceiros das suas actividades têm sido, entre outros, a Fundação Calouste Gulbenkian, o Goethe-Institut de Lisboa, o Atelier RE.AL, a Companhia Olga Roriz, o Teatro O Bando, a Latoaria, o Teatro Garcia de Resende, a Moagem, as Oficinas do Convento, o Projecto Ruínas, a Câmara Municipal de Almada.

Associação Cultural - O Outro Lado
Criada em  Agosto de 2015, por elementos que há mais de 20 anos colaboram de forma activa com diversos Grupos de Teatro dos Concelhos de Almada e Seixal, a Associação Cultural - O Outro Lado apresentou na XX Mostra de Teatro de Almada a sua 1ª criação “Dúvida” de John Patrick Shanley.
O OUTRO LADO - ASSOCIAÇÃO CULTURAL pretende apresentar-se precisamente como: O Outro Lado...com a sua POSTURA em palco, com os seus GESTOS e EXPRESSÕES, com as suas MÃOS e os seus OLHOS oferecem-se como ESPELHO para que o PÚBLICO, cada pessoa do público, possa passar para O OUTRO LADO e assim se torne ACTOR criador interventivo da sua peça de teatro...e assim poder descobrir que há sempre O OUTRO LADO e depois ainda, OUTRO LADO...
O Teatro marcou presença na Incrível Almadense desde inícios do Séc. XX, tendo presenteado os sócios e a comunidade com espetáculos de sucesso, nomeadamente revista à portuguesa, género bastante apreciado pela população. Passaram pelas lides cénicas da Incrível várias gerações de atores, atrizes, encenadores, cenógrafos e demais técnicos, sempre dignificando o nome da Coletividade e da secção de teatro. Já nos finais dos anos 80, o teatro pausou na Incrível Almadense, tendo estagnado por 10 longos anos. Contudo, em 1998, no âmbito das comemorações dos 150 anos da Incrível Almadense, foi reativado o Cénico da Incrível Almadense e, desde aí, não mais parou, apresentando produções teatrais quer de autores portugueses quer de autores estrangeiros de renome e ainda mantendo uma apresentação contínua de espetáculos de variedades – os denominados cafés-concertos. O grupo é puramente amador, de atividade gratuita e por “amor à camisola”, portanto. Os participantes são de variadas faixas etárias e com grandes elencos, o que torna um grupo singular no contexto teatral do Concelho de Almada.
http://www.incrivelalmadense.pt

Companhia de Teatro Musical da Plateias D'Arte
A Companhia de Teatro Musical da Plateias D'Arte, surge na continuação dos trabalhos realizados com o Grupo de Teatro Musical da Academia Almadense. O gosto pelos palcos, música, teatro e dança é alimentado através de projectos como “O Sítio do Pica Pau Amarelo”; "O Feiticeiro de Oz"; "Annie", "Memórias do Cinema Português" e "Da Revista ao Musical".
Contudo, este grupo nasce no ano de 2012, ano em que apresenta o seu primeiro projeto musical “Annie” que voltara a ser repetido em Abril de 2013.
Devido ao seu enorme sucesso, este grupo aposta numa produção mais ambiciosa e leva à cena “O Feiticeiro de Oz”, tendo obtido um êxito de bilheteira com mais de 3000 espectadores.
“O Feiticeiro de Oz” estreou a 25 de Maio de 2013, e voltou a subir à cena em Dezembro do mesmo ano, numa versão especial de Natal, com sessões especiais para as escolas do concelho de Almada. No ano de 2014, este grupo tem uma participação especial, a convite do encenador, na peça Comemorativa dos 55 anos de Carreira de António Calvário intitulada “Da Revista ao Musical”. Para assinalar a época Natalícia de 2014, este grupo volta a levar à cena uma peça dedicada ao público infantil, com uma mensagem muito forte acerca dos valores da amizade, da bondade, do carinho e do afecto, também numa versão especial de Natal, “O Sítio do Picapau Amarelo” participante na 18.ª Mostra de Teatro de Almada. O Sítio do Picapau Amarelo, para além de ter esgotado 7 vezes no Cine Teatro Academia foi ainda a única peça infantil a esgotar por 2 vezes a sala do Fórum Municipal Luísa Todi, Casa da Cultura da Sertã e Cine Teatro Sousa Telles em Ourique. Depois de “O Sítio do Picapau Amarelo”, seguiu-se: “Disney - Momentos Mágicos” em Fevereiro de 2015; “Musicalmadense - Festival da Canção” em Abril de 2015 e “Noite Lírica” em Maio e Outubro de 2015, obtendo assim com este último o maior sucesso do ano da nossa Companhia de Teatro Musical.
No Natal de 2015, o leva à cena, numa versão mais espetacular e mágica o grande musical “Annie”, e torna a participar na 19º Mostra de Teatro de Almada com a peça mencionada.
Em Março de 2016 estreia o grande musical "Memórias do Cinema Português" com os cantores Carlos Guilherme e Luísa Basto como protagonistas. A história do cinema musical português é contada no palco através de melodias sempre, com um elenco de 12 cantores e 4 bailarinos. Ainda em 2016 apresentam "O Som Do Amor" no mês de Maio, um espetáculo onde se fala de todos os tipos de amor através da música, desde o amor romântico ao amor pela Arte.
Na 20ª Mostra de Teatro Almada, apresentou o musical infantil “O Feiticeiro de Oz”. Mais tarde, e já no ano de 2017, estreia “Piaf” e “Da Revista ao Musical”. Propõe-se agora, na 21ª Mostra de Teatro de Almada, o musical A BELA E O MONSTRO.

EmbalArte
Uma atriz e uma bailarina. Ângela Ribeiro e Susana Rosendo. Juntaram corpos e ideias para dar corpo e voz a um projeto de teatro para bebés e 1ª infância.
Nos primeiros anos de desenvolvimento infantil, os estímulos sensoriais são decisivos e fundamentais para a formação da personalidade do bebé, assim como para fortalecer e desenvolver as outras fases do crescimento. Acreditamos que, através do teatro para bebés contribuímos para o crescimento mais feliz, assim como potenciamos a formação de novos públicos: bebés e família. Este é o nosso contributo!
“De lés a lés, saberás quem és” é a nossa primeira criação: um espetáculo que oferece o folclore e tradições portuguesas, com as formas e sons que os compõem, num contexto pensado para os bebés. Queremos sensibilizar os bebés, e as suas famílias, para a cultura do nosso país.
Para esta partilha acontecer, as intérpretes partilham o espaço com as famílias, apelando à interacção e à intimidade. 

GITT – Grupo de Iniciação Teatral da Trafaria 
Grupo de Teatro amador e independente, fundado em 1972, encontrou nos Recreios Desportivos da Trafaria a compreensão e o apoio para, nas suas instalações, poder desenvolver toda a sua actividade desde a sua fundação até a presente data.
Em 1996 por escritura pública constitui-se em Associação Cultural sem fins lucrativos.
Passaram pelo GITT diversas pessoas que continuaram ligados ao teatro, quer como actores, cenógrafos, encenadores ou técnicos.
O GITT - realizou 5 Ciclos de Cultura de 1978 a 1982 e sempre no período de 24 de Abril a 10 de Junho de cada ano. Estes ciclos eram compostos de espectáculos de Teatro, Música, Cinema, Dança, Poesia e Exposições.
Tem participado em todas as Mostras de Teatro de Almada.
O  GITT foi sempre apoiado pela Câmara Municipal de Almada, Junta de Freguesia da Trafaria, agora União de Freguesias de Caparica e Trafaria, e Recreios Desportivos da Trafaria.
Teve apoios pontuais da Secretaria do Estado da Cultura e da Fundação Gulbenkian.
gitt@netcabo.pt

Grupo de Teatro da Associação Cultural Manuel da Fonseca
O grupo de teatro da Associação Cultural Manuel da Fonseca tem vinte e um anos de existência e no seu currículo já constam mais de duas dezenas de peças de teatro, na sua maioria de autores portugueses, muitos deles textos inéditos. O grupo orgulha-se de ser constituído por pessoas de idades várias. No seu currículo constam algumas peças, tais como: ”És Capaz”, “O Sonho” “O Diário de Anne Frank”, “O Leão Bonzão”, “João Tolão da Capa-Rica”, “És capaz”, “Recordar para não viver”, “O sonho”, “A praça da criança”, “O rei da Helíria”, “Uma sereia chamada Ermelinda”, “Rebeubeu Pragais ao Ninho”, “Histórias para serem contadas”, “O pássaro branco”, e “Na minha terra isto acontece – O direito ao sonho”. 

Grupo de Teatro da Academia Almadense
O Grupo de Teatro da Academia Almadense é composto por um grupo de jovens que a par de formação contínua, apresenta anualmente na Mostra de Teatro de Almada o seu trabalho final, desde 2008.

Marina Nabais Dança, Associação Cultural
Em 2003 nasceu enquanto coletivo a menina dos meus olhos, associação cultural, contando com vários projetos  de  dança/teatro  pela  associação  em  co-criação  com vários artistas até 2013.
Em Dezembro de 2013, a associação transforma-se em  Marina  Nabais  Dança, associação cultural, onde Marina Nabais começa a desenvolver o seu projeto artístico em nome próprio, com vários colaboradores de outras áreas artísticas e parcerias com diversas instituições.
Destacam-se as seguintes criações:
AVESSO (2008), POR UM RIO (2011), NOTOCORDA (2012), O PESO DE UMA SEMENTE (2013), SEDIELA, DANÇÁRIO, MIOCÁRDIO  (2014), DE SEDA (2015), O LUGAR  QUE  OCUPO,  SUSTENIDA,  LINHA,  CORPO-MAPA-LIVRO  (2016), DESALINHO (2017).
Desenvolve paralelamente um trabalho pedagógico, de formação para profissionais e não profissionais na área da dança, abrangendo diferentes faixas etárias e públicos diversificados.

Ninho de Víboras
O Ninho de Víboras surgiu em 1996 e participa na Mostra de Teatro desde a primeira edição, quer com espectáculos, quer com propostas de dinamização dessa atividade comunitária. Desde então, a actividade deste colectivo artístico tem sido profícua e constante, priorizando a criação artística contemporânea, principalmente nas áreas do Teatro e da Dança.

NNT - Novo Núcleo de Teatro 
O NNT é o grupo de Teatro da Associação de Estudantes da FCT/UNL. Conta com mais de 20 anos de existência e tem no currículo várias ações de formação, oficinas de movimento, voz, escrita e dramaturgia, espetáculos teatrais, participação em Festivais de Teatro Universitário Nacionais e Internacionais e premiações. 

O Grito 
O GRITO iniciou a sua actividade em 1995. A par da criação de espectáculos e de múltiplas acções de dinamização cultural, o Grito desenvolve regularmente programas de formação e iniciação nas diversas disciplinas técnicas e artísticas ligadas ao mundo do espectáculo. O Grito procura suscitar a reflexão e promover a mobilização da consciência crítica, privilegiando o acto de comunicação com o espectador, sem contudo abdicar de um repertório exigente e culturalmente relevante que percorre linguagens muito variadas e os mais diversos géneros teatrais.

OTA - Ofina de Teatro de Almada
A Oficina de Teatro de Almada foi fundada em 1992 e durante quase uma década esteve sediada nas instalações da SRU Pragalense, onde recuperou e animou a sala-estúdio. Inicialmente as suas produções destinaram-se a um público infantil e apresentou espectáculos com regularidade. Promoveu também a formação teatral e realizou cursos de iniciação ao teatro. Esteve presente na 1ª edição da Mostra de Teatro de Almada. Tem privilegiado a apresentação de produções originais, e no caso de autores estrangeiros, de peças inéditas. O seu trabalho foi apresentado, ao longo dos anos, em  diversos espaços: em Almada, na Trafaria, Malveira, Mora, Lisboa e Cascais, entre outros. 
Produções Acidentais
As Produções Acidentais promovem projetos de criadores de várias áreas artísticas, miscigenando as suas linguagens próprias, ao sabor da sua disponibilidade e das oportunidades que vão surgindo. Apesar das nossas produções serem necessariamente “acidentais”, desde que informalmente começámos as nossas atividades produzimos 14 criações de teatro, música, escrita, fotografia e artes plásticas. Paralelamente, temos desenvolvido ações de formação artística com crianças e adultos, em ATL, Escolas, e para Juntas de Freguesia, Câmaras Municipais, etc.
“The theater is so endlessly fascinating because it's so accidental. It's so much like life.” - Arthur Miller

Teatro ABC.PI
O Teatro ABC.PI nasce da união de jovens atores com formação na área específica do Teatro sob direção artística de Rogério de Carvalho. Dispõe-se a criar novo público e a conciliá-lo em torno de obras artísticas de grandes autores de carácter universal.
Revela-se profissionalmente em 2005 com o espetáculo A Apologia de Sócrates, de Platão, no 22º Festival Internacional de Teatro de Almada, onde recebe a distinção da crítica de Teatro do Jornal Expresso, que assinala a reconhecida credibilidade do seu Projeto Artístico. De Jean-Luc Lagarce a Salomão, o trajeto de criação artística do Teatro ABC.PI constrói-se com o desafio de revelar um novo olhar, sobre cada obra artística.
A par com o trabalho de criação artística, o Teatro ABC.PI desenvolve projetos de intervenção sociocultural com uma forte componente pedagógica, em diferentes contextos.

Teatro de Papel
O Teatro de Papel – Associação Cultural foi fundado a 10 de Setembro de 1989 na Costa de Caparica. Tem desenvolvido um trabalho de formação de atores como base para qualquer tipo de espetáculo, sob a direção e encenação de Yolanda Alves. A experiência na área das artes tem sido vasta: desde espetáculos de teatro com algumas das obras mais importantes dos clássicos como “O Urso” de Tchekov, “Yerma” e “As Bodas de Sangue” de Garcia Lorca, “Medeia” de Eurípedes ou “Alazon” de Plauto, a teatro de rua e espetáculos de poesia. A formação tem sido efetivamente uma das bandeiras do Teatro de Papel e por esse motivo continua a desenvolver um trabalho exaustivo e persistente com cursos e workshops de voz e dicção, interpretação, construção do personagem, técnicas de dizer poesia e outros. Dos públicos das mais pequenas coletividades aos espaços e eventos prestigiados (Teatro da Trindade, Teatro Maria Matos, Festival Internacional de Teatro de Almada, representou Portugal no Festival de Teatro de Rua de Gaalmarden na Bélgica, etc.), percorreu ainda em 2008, com o espetáculo “A Castro” de António Ferreira, os cenários absolutamente majestosos dos nossos mais belos monumentos como o Mosteiro de Alcobaça, Mosteiro dos Jerónimos, Convento de Cristo, Paço dos Duques de Guimarães com estreia no Convento dos Capuchos, integrado nas Comemorações dos 450 anos do Convento dos Capuchos de Almada. Desde março de 2017, no novo espaço de trabalho-sede, o teatro de papel tem vindo a desenvolver o projeto Sala5 através da uma Plataforma de Cultura Comunicativa, ou seja a criação de um espaço de estratégias para melhorar a autoconfiança, a gestão de conflitos e a identificação de barreiras que impedem o sucesso dos indivíduos ou comunidades específicas.

Teatro Extremo
Com atividade regular em Almada desde 1994, o Teatro Extremo constitui-se Associação Cultural em 1996 e tem instalações próprias desde 1999. Estrutura profissional com apoio da SEC/DGArtes, Câmara Municipal e Juntas de Freguesia de Almada e de municípios e entidades públicas e privadas. Até 2017, leva à cena 48 espetáculos, em produção própria ou em coprodução, investindo na dramaturgia contemporânea e na itinerância. Apresentou-se em Espanha, França, Alemanha, Itália, Inglaterra, Brasil, Cabo Verde. Organiza desde 1996 “Sementes - Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público”, festival multidisciplinar e descentralizado para público familiar que em 2018 realiza a 23ª edição. Desenvolve um Serviço Educativo com iniciativas de captação/sensibilização do público e aposta na formação. Em 2002 foi-lhe atribuído a Medalha de Prata de Mérito Cultural da Cidade de Almada. Desde 2015 garante o funcionamento e a programação do equipamento municipal Teatro-Estúdio António Assunção.

Teatro na Gandaia 
O Teatro na Gandaia é um grupo de “amadores”, constituído por cerca de 30 pessoas que surgiu em Novembro de 2012, como resultado da conjugação de dois fatores fundamentais: a inexistência na cidade da Costa da Caparica de uma “companhia de teatro”, ainda que de amadores e o aparecimento da Associação Cultural Gandaia que recuperou, gere e programa o Auditório Costa da Caparica desde o 1º trimestre de 2012. A principal opção do Teatro na Gandaia é a de convidar para cada produção encenadores, de reconhecido mérito profissional e artístico, para desenvolverem e criarem de raiz projetos teatrais originais e inovadores. 

Teatro e Teatro – O Mundo do Espectáculo 
Teatro & Teatro é um dos grupos de teatro de O Mundo do Espectáculo, tendo como produções de maior relevo: “Autocarro” de Helena Teixeira, “História da Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar” de Luís Sepúlveda,  “Aos Homens Nada Escapa…” a partir de três textos de Mário Costa, “A Invenção do Amor” a partir do poema de Daniel Felipe, “Deitada és uma Ilha…” poemas de vários autores, “A Boda” de Bertolt Brecht, “Onde é Que Eu Me Deixei” a partir de monólogos de Maria J. Árias, Júlia Verdugo e Charo Solanas, “Morte e Vida Severina” de João Cabral Melo e Neto, “Deixa-me em Paz!” de Moisés Mato, “Stella – Teatro Breve” a partir de textos de Stella Manault, “Almada Negreiros” a partir dos textos “Antes de Começar” e “Pierrot e Arlequim” de Almada Negreiros, “Sobre a Impossibilidade de Amar no Pretérito Imperfeito” de Dário Facal e “Universos e Frigoríficos” de Jacinto Lucas Pires, “Noite de Guerra no Museu do Prado” de Rafael Alberti e ”Um Carimbo para a Viagem” de Mendizábal e J. Cedena.