MTA: ESPETÁCULOS

ESPETÁCULOS

PROGRAMA 2017

1.
Teatro na Gandaia
REI UBU
ESTREIA
3 NOVEMBRO | SEXTA | 21H30 | M/12 | 60'
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO


foto@José Frade
Rei Ubu, texto original da autoria de  Alfred Jarry, escrito em 1896, constitui um marco na História do Teatro. O texto de Jarry é também associado ao surgimento de algumas das mais radicais vanguardas artísticas do início do século XX, nomeadamente do Dadaísmo e do Surrealismo. É ainda considerado o momento fundador do Teatro do Absurdo se bem que esta designação e conceito sejam sintetizados apenas sessenta anos depois, o que mostra bem o pioneirismo e a importância de Rei Ubu no contexto da cultura europeia. Rei Ubu é uma personagem excessiva. Maldoso, mentiroso, ambicioso, tirano, gordo, covarde, imbecil, agressivo, malcriado, Ubu possui todas as qualidades necessárias ao exercício despótico do poder que obtém após chacinar Ladislau, o rei da Polónia. O carácter desbragado do texto e a absurdidade das situações que se vão sucedendo em catadupa fazem de Rei Ubu um objecto teatral versátil e perfeitamente actualizável. Pós-verdade foi escolhida, pelo Dicionário Oxford, como palavra do ano de 2016. Os factos passam a ser menos decisivos do que as opiniões, a manipulação da informação é aceite por largas faixas da população, preferimos o apelo à emoção e às nossas crenças pessoais. Vivemos no mundo de Ubu.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Alfred Jarry
Adaptação: Rui Silvares
Encenação: Ana Nave
Figurinos: Rafaela Mapril
Conceção Gráfica: André Clemente
Música: João Rodrigues
Desenho de Luz: Zé Rui
Atores: António Olaio, Carlos Dias Antunes, Elsa Viegas, Jorge Esteves, José Balbino, Josefina Correia, Margarida Leal, Patrícia Conde, Pedro Gamboa, Ricardo Cardo, Tânia Ponte. 

2.
Cénico da Incrível Almadense
REVOLUÇÃO NO FRIGORÍFICO
ESTREIA
4 NOVEMBRO | SÁBADO | 11H00 | M/6 | 50'
INCRÍVEL ALMADENSE - SALÃO DE FESTAS

foto@Luís Aniceto e Vítor Cid
Os vegetais verdes estão muito deprimidos! Ninguém os quer! Nem a psicóloga banana consegue animá-los. Mas, com a ajuda de todos os alimentos saudáveis, partem para uma revolução a fim de derrubarem os maldosos ketchup, maionese, mostarda e coca-cola.
Uma peça infantil que aborda o tema da alimentação saudável de uma forma divertida tanto para crianças como para adultos.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Criação coletiva do CIA
Encenação: Eugénia Viana
Atores: Vítor Pinto, Cláudio Sales, Alberto Oliveira, Gonçalo Pina, Mara Martins, Teresa Menezes, Anita Santos, Paula Filipe, Raquel Caldeira, Sónia Caiado, Telma Ribeiro, Filipa Soares, Andreia Cruz, Carla Silva 
Luminotecnia e Sonoplastia: Fernando Viana e Eugénia Viana
Imagem: Fernando Viana

3.
Cénico da Incrível Almadense
ESCUTA AQUI MEU LADRÃO
ESTREIA
4 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H30 | M/12 | 60'
INCRÍVEL ALMADENSE - SALÃO DE FESTAS

Luís Alberto e Maria Lúcia preparam-se para sair de casa, para irem assistir a uma peça de teatro quando são surpreendidos por um ladrão… Durante o assalto tentam, a todo o custo, convencer o ladrão de que são uns pelintras, apesar das aparências, deixando o ladrão completamente confuso.
Uma divertida comédia de Paulo Sacaldassy, com um final surpreendente.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Paulo Sacaldassy
Encenação: Eugénia Viana 
Atores: Vítor Pinto, Cláudio Sales e Mara Martins
Luminotecnia e Sonoplastia: Fernando Viana e Eugénia Viana
Imagem: Fernando Viana
Figurinos: Sónia Caiado

4.
Produções Acidentais
UMA NOITE DE VERÃO
ESTREIA
4 NOVEMBRO | SÁBADO | 22H15 | M/12 | 90’ COM INTERVALO
CENTRO CULTURAL E JUVENIL DE SANTO AMARO – CASA AMARELA 

foto@Vitor Cid
Sabemos que a paixão pode fazer-nos perder a cabeça, mas poucas vezes se terá visto alguém perder a cabeça desta forma. Identidades trocadas, amantes baralhados e transformações alarmantes são o resultado do desentendimento entre a Rainha e o Rei das fadas e o humor perverso de Puck, o duende. Apanhados no meio da vertigem, um pequeno grupo de actores tenta apenas ensaiar a sua nova peça na floresta, pois sala não têm (como não identificar-nos?). O amor, a comédia e uma áspera magia enchem o ar, enquanto o sonho se mistura com a realidade neste renovado clássico de Shakespeare. Vemo-nos na floresta.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: William Shakespeare
Adaptação de “Sonho de uma Noite de Verão”
Versão Cénica e Encenação: Luzia Paramés
Figurinos e adereços: Alice Rolo
Desenho de luz: Daniel Verdades
Movimento: Isabel Cruz
Captação imagem e edição vídeo: Cristina Antunes e Jorge Freire
Sonoplastia: Sandro Esperança
Edição vídeo ambiental: João Guerreiro
Fotografia: Vítor Cid
Cartaz: Miguel Seixas
Assistência: Paulo Guerreiro
Maquilhagem: Ana Pires
Produção: Produções Acidentais, em parceria com a Universidade Sénior D. Sancho
Apoio: Câmara Municipal de Almada

Intérpretes (por ordem de entrada):
Sara Castanheira, Sara Monteiro, César Melo, Ricardo André, Rui Cerveira, Ricardo Cardo, Fernando Rebelo, Ana Lídia Santos, Margarida Leal, João Rodrigues, Jefferson Oliveira, José Balbino
os alunos da turma de Teatro da Universidade Sénior D. Sancho I: Venâncio Ramos, Francisco Reis, João Correia, Lucinda Coelho, Fátima Lopes, Dália Madeira, Dulce Duarte, Emília Evaristo, Joaquina Francisco, Madalena Freitas, Rosa Lajas
e as crianças: Mafalda Ferreira e Zoé Ferreira

5.
EmbalArte
De Lés a Lés, saberás quem és
ESTREIA
5 NOVEMBRO | DOMINGO | 11H00 - 6 meses aos 3 anos | 16H00 - 3 aos 5 anos | 30'
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO


De norte a sul, do Minho ao Algarve, as nossas tradições chamam por nós.
Vamos descobrir a nossa terra, ninho-mãe de tantas vidas.
Aqui há corações delicados, galos constipados, mares divertidos e fados bem treinados.
De lés a lés, uma viagem em família à descoberta dos sons, formas e cores da vida portuguesa. Uma viagem à descoberta da amizade.
Venham ajudar a construir esse ninho, que é de todos nós, e fazer amigos…em português! 

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Criação e interpretação: Ângela Ribeiro, Susana Rosendo
Apoio à criação: Carla Albuquerque
Música: Cantar Mais / APEM
Costureira: Alteliê Dulce Correia
Imagem: Joana Cavadas
Apoio à produção: Companhia de Dança de Almada
Produção executiva: EmbalArte
Agradecimentos: Teatro Extremo, Companhia de Dança de Almada, Carlos Gomes, Hágira Sequeira  

6.
Marina Nabais Dança, Associação Cultural
NA AUSÊNCIA DO MEU CORPO
ESTREIA
7 NOVEMBRO | TERÇA | 21H30 | M/14 | 45’
8 NOVEMBRO | QUARTA | 16H00 E 21H30
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE

foto@Diogo de Andrade
Na Ausência do Meu Corpo é um solo que se desenvolve como um retornar a casa. A casa é o corpo, em movimento, que revela o seu jogo de texturas, ritmos, tonalidades e impressões. A casa, ainda, como um núcleo de sensações que faz corpo com o mundo, estendendo uma própria geografia do sensível.
O corpo como matéria de uma vida. Em diálogo com a sombra e a luz, o corpo cria uma nova superfície visível e uma nova forma de viver a paisagem. O que fica na ausência do corpo? Uma memória do movimento que está em permanente transformação. “Certamente, a vida (...) está relacionada com zoe, com uma pura animalidade desnuda, despossuída. No entanto, ela nunca perdeu o sentido de vida como génese, ou autogénese, como intensa força, impermeável, móvel e sem limites, que não exigiria que nada a determinasse, nem mesmo termos com bios e zoe.” (UNO, Kuniich)

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Direção artística, coreografia e interpretação: Marina Nabais
Assistência ao projeto/consultoria: Joana Pupo
Música Original e interpretação: Joana Guerra
Habitáculo: Nuno Nogueira e Ana Sargento
Desenho de Luz: Miguel Cruz
Vídeo: Tiago Melo
Programação de vídeo: Manuel Abrantes
Fotografia: Diogo de Andrade
Produção Executiva: Sara Santana
Produção: Marina Nabais Dança, associação cultural
Apoios: Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas, Câmara Municipal de Almada, Companhia Clara Andermatt, Governo de Portugal/Direção Geral das Artes, Polo Cultural das Gaivotas
Agradecimentos: Ana Coimbra Oliveira, Carla Ribeiro, Diogo Andrade, Janete Maximiano, Joana Mealha, Nádia Nogueira, Rita Borges

7.
Artes e Engenhos Associação Cultural
KASPAR: PALAVRA SOPRADA + INTERVALO
7, 8, 9,10 NOVEMBRO | TERÇA | QUARTA | QUINTA | SEXTA
16H00 | 17H00 | 18H00 | 19H00 | 20H00
11 NOVEMBRO | SÁBADO | 15H00 | 16H00 | 17H00 | 18H00 | 19H00 
M/12 | 50’
TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE – CAMARIM 1 e 2 piso 0
Lotação: 2 espectadores | Aconselha-se marcação prévia


KASPAR: PALAVRA SOPRADA
Simulacro para dois espectadores da experiência de acompanhar um espectáculo no lugar do ponto de teatro. Assistirá a uma encenação da peça Kaspar (1967), de Peter Handke, numa situação próxima à daquele elemento da equipa que, com o texto anotado, acompanha o actor, pronto para lhe valer no calvário de uma branca recorrente ou de uma aflição inesperada. Como por vezes sucede a estes artistas invisíveis, estará sozinho num camarim ou noutra sala dos bastidores, seguindo o curso do espectáculo através da munição de som do palco e de uma câmara de vídeo, junto ao microfone que lhe permitirá levar a deixa ao ouvido do actor em cena.
Tratando com liberdade a história verídica da criança selvagem Kaspar Hauser, Handke dá-nos a ver e ouvir o processo de chegada à casa da linguagem. Neste trânsito Kaspar perde a única frase que sabe dizer - “Gostava de ser como alguém que já em tempos existiu” - para chegar a uma situação inteiramente nova marcada por uma longa intervenção que começa com: “Sou saudável e forte.” Na segunda parte da peça, que não integra o espectáculo, assiste-se a um novo movimento, no qual a dissolução identitária da personagem conduz à frase com que o texto termina: “Eu: sou: apenas: cabras e macacos”. Acompanhando Kaspar, seguimos um percurso como ele poderá acontecer quando o desejo de integração encontra nas vozes do mundo o apelo à conformidade, seguimos esse caminho como testemunhas silenciosas ou, talvez, soprando a palavra esperada.

INTERVALO
Em Intervalo o artista João Ferro Martins responde às indicações que Peter Handke dá em Kaspar para o ambiente sonoro do intervalo da peça, propondo uma instalação que dialoga com o interior do edifício teatral e com o espectáculo de auto-teatro. O criador utiliza dos TEXTOS DO INTERVAL apenas as didascálias escritas por Handke para o profissional de som, ditas num registo sussurrado análogo ao dos pontos de teatro; a única excepção é uma sequência de falas sugeridas por Handke em que uma voz, aqui de uma mulher, ensina como se deve comportar à mesa. Estas opções despoletaram a criação de uma imagética ambiente, de texturas e de um universo melódico que cumprem um desejo de João Ferro Martins de elaborar um tema musical dedicado ao personagem atormentado desta peça.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Kaspar: Palavra Soprada (Auto-Teatro)
Direcção: Alexandre Pieroni Calado
Texto: Peter Handke
Tradução: Anabela Mendes
Interpretação: Gustavo Salinas Vargas/Paula Garcia/Tiago Mateus
Vídeo: João Seiça
Som: Gonçalo Alegria
Desenvolvimento Tecnologias Interactivas: Artica CC
Assistente Vídeo: Ana Sofia Sousa
Produção Executiva e Comunicação: Andreia Páscoa
Desenho Gráfico e de Comunicação: Miguel Pacheco Gomes

Intervalo (Instalação Sonora)
Duração: loop de 18 minutos
Criação: João Ferro Martins
Voz e violoncelo: Joana Guerra
Voz: Alexandre Pieroni Calado

Apoio Financeiro: Direção-Geral das Artes, Governo de Portugal, Câmara Municipal de Almada, Embaixada da Áustria em Lisboa
Financiamento da Edição: Teatro Nacional D. Maria II

8.
Oficina de Teatro e Almada
SOLILÓQUIO DE UMA ACTRIZ
8 NOVEMBRO | QUARTA | 21H30 | M/12 | 60’
TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE – SALA DE ENSAIOS

foto@Mário Marnoto
Solilóquio de uma actriz; solilóquio para uma actriz – de um título de um poema integrando uma série que abordava a preparação dos actores, principalmente a mulher de Bertolt Brecht, Helen Weigel, nos camarins e bastidores, acabou por constituir uma selecção de poemas e canções do pobre B. B., com base nos «Hauspostille», de 1927, que adoptavam a forma das baladas populares (algumas delas violentas, como a da infanticida Maria Farrar), na poesia do exílio, feroz no seu ódio e ternura, com ecos de pregões de rua e palavras de ordem gritadas em manifestações, a maior parte dela introduzida clandestinamente na Alemanha nazi, e também na significativa influência da cultura chinesa na obra Brechtiana, em particular o poeta Po-Chu-Yi.
Na forma épica de teatro que Brecht defendia e teorizou, «o espectador é colocado diante de alguma coisa» em que «cada cena vale por si» numa «construção articulada» onde, em linguagem de signos, os gestos, recortados, decompostos, evidenciados, são opções e se sucedem as transformações realizadas à vista dos espectadores; perante o olhar que se pretende não alienado do público, neste solilóquio desfilam personagens femininas: a actriz, a prostituta, a mãe, a viúva de guerra, a agitadora política, a velha astuciosa em desamparo… E estas personagens narram. Contam de si e dos outros já que «o ser social determina o pensamento». O disfarce revela os sinais profundos do que dantes era mascarado. A quem aqui representa é lançado um apelo: mostrai que mostrais!
Bernard Dort observava lucidamente, num ensaio sobre a dramaturgia brechtiana, que «cabe ao espectador reflectir e agir fora do teatro. A verdade não está no palco nem na sala de espectáculos mas na vida real. O teatro remete o espectador à sua realidade. Cabe a nós compreendê-la e, se possível, transformá-la. Semelhante tarefa não cabe ao teatro. Que ele se contente, por seus próprios meios, em nos afirmar a necessidade: já será muito».
E é por isso que, tal como a Shen-Té da «Boa Alma de Tsé-Chuan», a actriz aqui termina com uma interpelação ao público, desafio directo que lhe é lançado olhos nos olhos: nestes tristes, escuros e angustiantes tempos, há-de haver alguma solução. Tem de haver! Precisa de haver!...

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Bertolt Brecht
Dramaturgia: José Carlos Faria e Isabel Leitão
Figurino: José Carlos Faria
Direção de Actores: Fernando Rebelo
Encenação e Interpretação: Isabel Leitão
Produção: Oficina de Teatro de Almada

9.
O Grito & Rugas
AS MÃOS SUJAS
9 NOVEMBRO | QUINTA | 21H30 | M/14 | 90’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Não é só de hoje que o jogo político é feito tanto de cabeças idealistas como de mãos sujas. O teatro da política está impregnado de cenas de dissimulação e boa-fé, de corrupção e decência, de pragmatismo e idealismo. Esta peça apresenta o choque entre duas visões políticas: a pragmática e a idealista. Hugo, jovem idealista, recebe ordem do seu partido para matar Hoederer, líder da mesma facção, considerado traidor dos ideais revolucionários, por ter feito alianças com adversários. Para cumprir esta missão, Hugo vai trabalhar como secretário de Hoederer. Porém, aproximando-se deste, passa a admirá-lo, embora discorde da sua estratégia política. Para Hugo, é inaceitável que um partido revolucionário chegue ao poder à custa de “negociatas”, e que Hoederer se utilize do partido para fazer uma política colaboracionista.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Tradução e Adaptação: Ricardo G. Santos
Encenação, Cenografia e Operação de Som: Ricardo G. Santos
Desenho e Operação de Luz: Jorge Xavier
Sonoplastia: Paulo Mendes
Figurinos: Ricardo G. Santos e Anabela Neves
Grafismo: Rita Cunha Ferreira
Elenco: Frederico Barata, Helena Barata, Jefferson Oliveira, José Vaz, Marta Valente, Paulo Mendes
Apoio: Câmara Municipal de Almada

10.
Grupo de Teatro da Academia Almadense
É ISTO UM GANG?
ESTREIA
10 NOVEMBRO | SEXTA | 21H00 | M/12 |60’
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE

foto@Luís Aniceto e Vítor Cid
Um grupo de jovens vive num bairro social e a propósito de um acontecimento inesperado, ficam frente a frente com questões fundamentais: quem são? Que papel têm?
Como se vêem e se relacionam entre si? Espalhados pelas ruas, pelas escolas, pelos cafés, estes “gangs”, podem afinal, estar ligados aos arquétipos mais clássicos como o amor juvenil de “Romeu e Julieta”.
Uma história de amor e afetividade, mas também de rivalidade e liderança, e sobretudo de desejo e descoberta.
Que jovens são estes?

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Encenação: Cláudia Negrão                                  
Elenco: Débora Alcobia, Júlio Picanha, Tiago Nunes, Cláudia Nunes, Gonçalo Borges, Ema Duarte, Laura Pinto, Paulo Isidoro, Beatriz Ventura e Martim Machado
Cenografia: Hugo Migata                                                   
Sonoplastia: Ponto Zurca                                                    
Luz: Sandro Esperança                                                       
Produção: Academia Almadense                                          
Texto: Joaquim Paulo Nogueira
Apoio: Câmara Municipal de Almada                                     

11.
Teatro & Teatro – O Mundo do Espectáculo
OFF
ESTREIA
10 NOVEMBRO | SEXTA | 22H15 | M/12 | 70’
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

foto@Ana Maria Mateus
E se o cómico fosse surpreendido no seu camarim pelo fã, que o obriga a admitir que a inspiração das suas piadas são todos os seus defeitos? E quando um tipo cria uma amiga imaginária, causa dos contínuos fracassos das suas relações amorosas? E se a nossa voz off nos faz sentir o quanto dependemos dela? E se a voz off não passar de um recurso dramático? E se um realizador insiste no financiamento do seu filme, com um elenco que não é do mundo dos vivos? Situações inverosímeis, inusitadas, absurdas levam-nos para lá dos limites da surpresa, dando suporte a uma comicidade ao mesmo tempo contida e ilimitada.
José Alberto Martins é o autor dos textos deste espetáculo: “O Fã”, “O Detetive, a Mulher e Kevin O’Connor”, “A Amiga”, “Um Filme Difícil” e “Off”. Textos com referências ao cinema, quer na forma quer no conteúdo, uma vezes de forma explícita outras subtilmente expressas, levando-nos a um imaginário cinéfilo.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Alberto Garcia Martins
Encenação: Manuel João
Elenco: Érica Afonso, Inês Possante, Lara Luz, Rita Miranda
Desenho de Luz: Manuel João
Espaço Cénico: Coletivo Teatro & Teatro
Caraterização: Rita Miranda
Som: Manuel João
Figurinos e adereços: Marisa Mateus, Ana Gracinda e coletivo Teatro & Teatro
Assistência técnica: Sofia Benedito
Apoios: Câmara Municipal de Almada, Agrupamento de Escolas João de Barros

12.
GITT – Grupo de Iniciação Teatral da Trafaria
LUGAR d’AVÓS
ESTREIA
11 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H30 |  M/12 | 90’
RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA

foto@Paulo Nunes
Lugar d’Avós é uma peça biográfica ficcionada, adaptada a partir do romance homónimo. Recuperamos mundos perdidos (etnográficos), e estórias familiares insólitas. A trama versa sobre as férias terapêuticas de um moço junto dos avós na Beira Alta; o que lhe permitiu ultrapassar os maus-tratos paternos, para isso encontrou nos antepassados o acolhimento e o conforto, o que lhe possibilitou sarar e desenvolver-se.
Lugar d’Avós apresenta um toque mágico, hipnótico e ao mesmo tempo reflexivo num espaço maravilhoso onde o coração juvenil desabrochou sem receios. Podemos ser pessoas simples e frágeis, mas ganhámos auto estima quando vivemos com resiliência e coragem ao enfrentar as dificuldades da vida, auxiliados pela compaixão daqueles com quem partilhamos os momentos difíceis.
Em suma, esta peça simboliza uma viagem ritual através do falatório das memórias. Acreditamos que a vida faz-se viajando, pois o Lugar d’Avós representa uma geografia dos afetos onde o pequeno herói reorganizou a compreensão de si mesmo.
Quanto à encenação, apoiamo-nos nas numerosas narrativas e peripécias (umas contadas e outras vividas durante as ditas férias). Investimos sobretudo no trabalho de atores, pois estamos cientes que transpor um romance para o palco implica bastantes riscos e desafios. Mas tivemos que os correr, pois quer na vida quer na cena, nada está garantido nesta aventura para lá o desafio…

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Encenação e textos: Carlos Amaral
Luz: Paulo Nunes
Som: Carolina Santos
Interpretação: Bruno Alvarez; Carolina Santos; Daniel Dionísio; Elsa Elias; Manuel Soares; Maria Sousa (Bia); Mário Caeiro; Rui Costa.
Guarda-roupa: GITT
Apoio: Câmara Municipal de Almada

13.
ACTOS URBANOS
produção do Teatro de Areia – O Mundo do Espectáculo
DAQUI NINGUÉM PASSA!
ESTREIA
11 NOVEMBRO | SÁBADO | 22H00 | M/6 | 60’
12 NOVEMBRO | DOMINGO | 18H00
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

foto@Luís Aniceto e Vítor Cid
Um general reservou-se o direito de manter um lado do palco vazio, não vá apetecer-lhe, às horas que lhe apetecer, entrar na peça de teatro. Um soldado montou guarda ao palco e procura impedir que as outras personagens da peça ocupem esse lado do palco – a boca de cena. Eis senão quando algo inesperado acontece.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Criação colectiva com ACTOS URBANOS e Turma de Teatro da UNISSEIXAL
Interpretes: Afonso Pinto, Ana Rita Ferreira, António Ferreira, António Jesus, Antónia Ventura, Bento Pereira, Cristiana Francisco, Daniela Monteiro, Francisca Paiva, Francisco Tuhtenhagem, Helder Silva, João Correia, João Monteiro, João Ribeiro, José Morais, Madalena Raimundo, Manuela de Carvalho, Maria José Morais, Prazeres Rodrigues, Rosa Paulo
Direcção e encenação: Joana Sabala
Concepção dramatúrgica: Sarah Adamopoulos
Apoio formação em comédia física: Anabela Mira
Música original: Afonso Pinto
Canção/Voz: Pedro D’Orey
Adereços e figurinos: Catarina Pé-Curto
Desenho de luz: Tasso Adamopoulos
Sonoplastia e operação luz: Sandro Esperança
Design Gráfico: Alice Prestes
Produção: Teatro de Areia / Associação Cultural O Mundo do Espectáculo
Com o apoio de Câmara Municipal Almada e UNISSEIXAL
Agradecimentos: Planeta Tangerina

14.
PLATEIAS D’ARTE
A BELA E O MONSTRO
ESTREIA
12 NOVEMBRO | DOMINGO | 15H30 | M/3 | 60’
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

foto@Luís Aniceto e Vítor Cid
A fantástica história de Bela, uma jovem brilhante, moradora de uma pequena aldeia de França, bonita e independente, que é aprisionada por um Monstro no seu castelo quando decide entregar a sua vida em troca da liberdade do seu pai. Apesar dos seus receios, torna-se amiga dos empregados encantados do castelo e consegue ver para além do terrível exterior do Monstro quando começa a conhecer a alma e o coração do verdadeiro Príncipe que vive no seu interior.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Jeanne-Marie Le Prince de Beaumont
Adaptação e Encenação: Diogo Novo
Figurinos: Helena Resende e Diogo Novo
Coreografia: Daniel Drake Cascão 
Cenário: Diogo Novo
Desenho de Som e Luz: Sandro Esperança
Direcção Musical e de Vozes : Diogo Novo e Irina Grelha
Direcção de Actores: Sara Castanheira
Maquilhagem e Adereços: Sara Mendonça
Apoio: Câmara Municipal Almada

15.
ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA
TEXTOS REAIS, PESSOAS COMUNS
ESTREIA
12 NOVEMBRO | DOMINGO | 21H00 | M/12 | 45’
AUDITÓRIO DA PLURICOOP

foto@Luís Aniceto e Vítor Cid
Série de monólogos baseados em episódios da vida real e representados por pessoas comuns.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Atores: Gisela Barroso, Inês Barroso, Luísa Andrade e Leonor Moura            
Luz e Som: Nuno Coelho
Cenografia: Coletivo
Encenação: Gisela Barroso
Com participação musical: Catarina Santos e João Correia
Apoio: Câmara Municipal Almada

16.
NNT - Novo Núcleo Teatro
QUEM, CARONTE, QUEM NÃO VAI?
ESTREIA
15 NOVEMBRO | QUARTA | 19H00 | M/12 | 60'
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Diziam os egípcios que a travessia da margem do Reino dos Vivos para o Reino dos Mortos era feita por um barqueiro chamado Caronte. Este exigia, como recompensa, um óbulo (uma moeda), que ia colocada na boca do morto, para que este não ficasse perdido no limbo de uma assombração sem vida, nem morte, sem princípio, nem fim.
Nesta obra três figuras emblematicamente nomeadas como Helena e Penélope (as do herói Ulisses, sim) mais um tal de Jackpot confrontam-se com Caronte, que nunca é de uma só face, para que o público decida no final quem é que não vai: só há dois óbulos e eles são três! O desafio é contarem suas vidas e se mostrarem aos espectadores para que estes façam a escolha.
A partir de questões tabus que tocam a juventude de hoje, muitas serão as surpresas, incertezas e, provavelmente, dificuldade em decidir o que, no início pareceria mais fácil. E, nunca se sabe, se perante um impasse a Barca de Caronte não voltará a aparecer noutro espetáculo!

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Texto, Encenação e Dispositivo Cénico: Castro Guedes
Intérpretes: Beatriz Pratas, Filipe Velasques, Francisco Pescador, Inês Borba, João   Hungria Alves
Produção: NNT
Apoio: Câmara Municipal Almada

17.
Ninho de Víboras
CORRECÇÃO
ESTREIA
15 NOVEMBRO | QUARTA | 21H30 | M/12 | 50'
TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE – SALA DE ENSAIOS

foto@João Negro
Um acidente durante uma viagem. O acto de relatar esse evento passado parece despoletar uma autêntica disrupção do tecido espaço-temporal, de distintas que são os relatos das testemunhas. Que narrativa escolherá - ou qual construirá - quem as ouvir?



FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Concepção e Direção: Maria João Garcia
Interpretação: Karas e Susana Vidal
Texto: Karas e Maria João Garcia
Música: Miguel Fonseca
Luz: Pedro Machado
Cenografia: João Negro
Produção: Ninho de Víboras/2017
Subsídio: Câmara Municipal de Almada

Apoio: Câmara Municipal de Lisboa / Polo Cultural Gaivotas e O Rumo do Fumo


18.
A Lagarto Amarelo Associação Cultural
NO FIM DA LINHA
ESTREIA
16 NOVEMBRO | QUINTA | 21H00 | M/12 | 60’
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE

foto@Luís Aniceto e Vítor Cid
Uma escritora sente-se bloqueada e não consegue escrever uma linha. O seu editor exige-lhe uma nova obra e ela sente-se incapaz de o fazer. Recebe uma visita de uma jornalista que a vem entrevistar mas nem tudo o que parece é. Uma comédia inteligente que vai surpreendendo o público à medida que se desenrola a relação entre estas duas mulheres num jogo de forças e manipulação da verdade.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Encenação: Cláudia Negrão
Interpretação: Alexandra Leite e Cláudia Negrão
Espaço cénico: Hugo Migata e Pedro Alexandre Silva
Desenho de som: Tiago Inuit
Desenho de luz / Operação técnica: Sandro Esperança
Fotografia: Paulo Vilardouro
Produção: A Lagarto Amarelo
Apoio: Câmara Municipal de Almada


19.
Teatro Extremo
CIRCUITO HABITUAL
17 NOVEMBRO | SEXTA | 21H00 | M/12 | 60'
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

foto@Vítor Cid

“A verdade é sempre inverosímil.”
Um Alto Comissário da Administração Interna interroga um denunciante, cidadão zeloso e dedicado. Percebemos pouco a pouco que a conversa está desde o início armadilhada, mas por qual deles?
O Texto leva-nos até ao interior da lógica impiedosa e absurda que rege a actividade “habitual” de um regime prisioneiro dos seus próprios mecanismos.
Jean Claude Carrière descreve os meandros obscuros do poder, da negação do individuo, da ambiguidade das relações de força, numa escrita cerrada, precisa e muito eficaz na qual reconhecemos o argumentista de Buñuel e de Milos Forman e a profunda capacidade de reflexão do adaptador de Mahabharata e do autor da Controvérsia de Valladolid.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Jean-Claude Carrière
Tradução: Fernando Jorge Lopes
Encenação e Cenografia: Rita Lello
Interpretação: Fábio Ferreira e Fernando Jorge Lopes
Figurinos: Arminda Moisés Coelho
Desenho de Luz: Daniel Verdades
Sonoplastia: Rita Lello e Fernando Jorge Lopes
Voz Off: Selma Diniz
Direção Técnica: Celestino Verdades
Assistência de Cenografia e Adereços:  Maria João Montenegro
Montagem e Construção de Cenografia: Celestino Verdades, Daniel Verdades e Maria João Montenegro Operação Técnica: Daniel Verdades  e Maria João Montenegro
Direção de Produção: Sofia Oliveira
Assistência de Produção: Josefina Correia e Paula Almeida
Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos
Promoção: Victor Pinto Ângelo
Fotografia: Vítor Cid
Apoio: Câmara Municipal de Almada
48ª Criação do Teatro Extremo

20.
ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA
ROMEU CORREIA TALVEZ POETA
ESTREIA
17 NOVEMBRO | SEXTA | 21H30 | M/10 | 90’
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE

O bonecreiro Mestre Albino – o vagabundo das mãos de ouro – e o seu ajudante Zé Guia deparam-se com um grave problema quando pretendem iniciar o seu espetáculo de marionetas: a “estrela” da companhia recusa-se a participar.
Mestre Albino, homem de infinitos recursos, de pronto resolve a questão: apresenta, em “estreia universal”, um espetáculo musical totalmente composto por poemas de um “poeta seu amigo”.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Textos: Romeu Correia
Guião: Ferrer Asturiano
Cenografia: Carlos Canhão
Música: João Fernando
Voz Off: Romeu Correia, Vasco Branco
Vozes: Luisa Basto, João Fernando e José Carlos Tavares
Interpretes: José Carlos Tavares, Gil Marovas
Som e luz: Nuno Coelho e Paulo Mendes
Encenação: Coletivo do Grupo de Teatro da A.C.M.F
Apoio: Câmara Municipal Almada

21.
Teatro ABC.PI
ÀS CRIANÇAS
PROCESSO CRIATIVO EM CURSO
18 NOVEMBRO | SÁBADO | 10H00 | M/3 | 30'
BIBLIOTECA MUNICIPAL MARIA LAMAS

Novamente, sob a linha de força dos Contos Negros para os Filhos dos Brancos de Blaise Cendrars, desafiamos o imaginário. Um conto, e permitimo-nos ser crianças. Num espaço e tempo do jogo teatral que brinca com as palavras.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Dramaturgia: Lavínia Moreira
Consultoria de Luz: André Almeida
Assistência de Direção Artística: Cíntia Guimarães
Interpretação: Júlio Picanha
Direção Artística: Laurinda Chiungue
Espaço Cénico: Salomé Vaz
Apoio: Câmara Municipal Almada


22.
Alpha Teatro
MORUGEM
ESTREIA
18 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H00 | M/16 | 60’
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

Na velha Irlanda, quando o mito era lei e a magia uma força da natureza conta-se a história de Sorcha, a sétima filha de um sétimo filho. MORUGEM é um espetáculo de inclusão social do Alpha Teatro inspirado na obra A Filha da Floresta de Juliet Marillier, em parceria com CLAI Associação de imigrantes de Almada, grupo de cantares " Rouxinóis" do CASMP, Vozes d' Almada e agrupamentos de escolas Emídio Navarro e Romeu Correia. 

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
TEXTO a partir de “ A Filha da floresta” de JULIET MAILLIER
Encenação: LUÍS MENEZES 
Assistência de encenação: SOFIA RAPOSO 
Direção Musical: IRINA GRELHA
Interpretação: JOÃO LISBOA | SÓNIA LISBOA | SOFIA RAPOSO | TERESA COELHO
Coro: pessoas excluídas socialmente em parceira com CLAI ASSOCIAÇÃO DE IMIGRANTES DE ALMADA GRUPO DE CANTARES  "  ROUXINÓIS" do CASMP | VOZES D' ALMADA 
Design Gráfico, Vídeo e Sonoplastia:  DANIEL ESTEVÃO | DANIELA SARAIVA | LARA MARTINS em parceira com os AGRUPAMENTOS DE ESCOLAS EMÍDIO NAVARRO E ROMEU CORREIA 
Apoio: Câmara Municipal de Almada 

23.
Associação Cultural - O Outro Lado
ILHA
ESTREIA
18 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H30 | M/6 | 60’
TEATRO ESTÚDIO ANTÒNIO ASSUNÇÃO

foto@José Rabaça
Quando o mar e a terra se enfrentam a Ilha acontece. O autor leva-nos por uma viagem entre dois mundos, entre o bem e o mal em direção ao AMOR ao A MAR. A VIAGEM que transmuta, no cadinho alquímico, O Ser individual na UNIDADE UNIVERSAL. A realidade e o sonho, da realidade à utopia.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Dramaturgia e Encenação: Fátima Borges
Autor: José d`A MAR
Intérpretes: Antónia Ventura, Carla Silva Nogueira, Pedro Bernardino, Sónia Silva e Susana Fonseca
Cenografia: Fátima Borges
Figurinos: Ana Califórnia e Ana Maria Silva
Design: Nuno Quá
Luz e Som: David Rabaça e Patrícia Vieira
Agradecimentos: Câmara Municipal de Almada, Teatro Extremo e Paulo Correia Remodelações.

24.
Teatro de Papel – Associação Cultural
Poesia Com Sabores
18 NOVEMBRO | SÁBADO | 23H00 | M/12 | 75’
ESCOLA CONDE FERREIRA - SALA 5

O Teatro de Papel-Associação Cultural, através da sua Plataforma Cultura Comunicativa do Sala5, propõe para a 21ª Mostra de Teatro de Almada, a sua habitual noite de poesia, para partilharmos poemas de diversos autores ou poetas nacionais e internacionais, na companhia da degustação de agradáveis sabores. 
É o retomar de um evento já conhecido de muitos e de grande aceitação do público, que outrora aconteceu diversas vezes no Convento dos Capuchos.
Ficamos a conhecer melhor diversos intérpretes da palavra dita, poética, partilhamos comentários e a escrita de poemas confecionados no momento. 
Cá vos esperamos, venham apreciar as surpresas.

Apoio: Câmara Municipal de Almada

25.
Artes e Engenhos
MIGRACÕES, TÍTULO PROVISÓRIO (1º ESBOÇO)
19 NOVEMBRO | DOMINGO | 21H30 | M/16 | 50'
TEATRO ESTUDIO ANTONIO ASSUNÇÃO

Migrações, título provisório (1ºesboço) é um possível nome para esta apresentação. Trata-se de um primeiro esboço de um trabalho em processo. Migrações é o plural da palavra migração que designa uma movimentação geográfica, mais precisamente um deslocamento de um lugar de origem para um lugar de destino. Mudar de sítio, realojar, pode convocar novos modos de habitar e de pensar, que atenuem a sensação de estrangeiro – de se estranhar uma nova realidade e de se ser estranho. Propomos: migrações no espaço, no tempo e na mente, sendo as mais acentuadas verificadas no plano da mente e da oralidade; um  trajeto à volta de uma estrutura organizada por dois textos – texto A e B, um narrando na primeira pessoa a vinda de Moçambique para Portugal, outro espelhando o esforço da mente, num processo de alucinação, em conseguir erguer um sentido para o fluxo de palavras e de frases num ritmo fora da área conversacional.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Texto: Sandra Hung e Rogério de Carvalho
Dramaturgia: Sandra Hung e Rogério de Carvalho
Encenação: Rogério de Carvalho
Direcção Técnica e Produção Executiva: João Chicó
Parcerias: Câmara Municipal de Almada, Almada DCSA, Faculdade de Ciências Tecnologia, UNL, Almada Contrapeso Ldª, Lisboa, Latoaria-Lisboa, Fosso de Orquestra – Associação, Lisboa